Esta página tem por finalidade colocar à disposição dos meus alunos da Escola Teológica Rev. Celso Lopes o material referente às aulas da matéria título do blog.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Aula 3 - A igreja do Deserto


O Edito de Fontainebleau substitui o de Nantes

Aula 3

O assassinato de Henrique IV pelo fanático Ravaillac, em 14 de Maio de 1610, causou grande consternação entre os protestantes franceses. Ainda que Henrique tivesse trocado de religião por razões de conveniência política, mostrando com isso ser mau protestante, ao menos havia se mostrado amigo fiel de seus antigos companheiros de religião e de armas, cuja causa protegeu ao promulgar o Edito de Nantes. Os protestantes sa¬iam que muitos dos chefes do partido católico deploravam a paz e a tolerância que o falecido Rei havia propugnado e que, portanto, na sua morte, tratariam de desfazer essa política.

Luís XIII
Posto que o novo rei, Luis XIII, tinha somente oito anos de idade, o governo ficou nas mãos da regente Maria de Médicis, mãe do Rei. A fim de acalmar os ânimos, Maria confirmou o Edito de Nantes e, em consequência, na seguinte assembleia geral dos huguenotes jurou fidelidade ao Rei.
Mas Maria começou a rodear-se de conselheiros italianos que não compreendiam a situação religiosa na França, nem a dor e o sangue que havia custado o equilíbrio existente. Além disso, a regente e seus conselheiros casaram o jovem rei com a infanta espanhola Ana de Áustria, e a irmã de Luís, Isabel, com o futuro Felipe IV da Espanha. Logo, a política da regência consistiu em aliar-se estreitamente com a Casa de Áustria, em especial com a linhagem espanhola que se distinguia por seu catolicismo e sua perseguição de todo vestígio do protestantismo.
Isto deu lugar a uma série de levantes por parte dos huguenotes, sem outro resultado senão a morte e a prisão de muitos deles e a perda de várias praças fortes que eram sua principal proteção.
Em 1622, no tempo em que o poder de Maria de Médicis diminuía, começou a ganhar ascendência na corte o cardeal Armando de Richelieu que, dois anos mais tarde, chegou a ser o principal conselheiro do Rei. Richelieu era um político de grande habilidade, cujos principais objetivos eram o engrandecimento da coroa francesa e do seu próprio poder pessoal. Ainda que cardeal da igreja romana, sua política religiosa não se baseava em considerações teológicas ou confissões, mas sim nas conveniências. Assim, uma vez convencido de que o principal inimigo dos Bourbons que reinavam na Franca era a Casa de Áustria, interveio na Guerra dos Trinta Anos, a favor dos protestantes e contra o Imperador que era dessa casa.
Mas essas mesmas considerações políticas levaram Richelieu a seguir na França uma política muito distinta. Era bom dividir a Alemanha, apoiando o partido protestante frente ao Imperador. Mas, na França, era preciso destruir o partido huguenote, considerado um quisto dentro do Estado. Isto se devia tanto à doutrina dos protestantes, como ao ato de Henrique IV que, para garantir-lhes a paz, lhes havia concedido várias praças fortes e, graças a elas, os huguenotes, ao tempo em que se declararam fiéis súditos da coroa, estavam em condições de se oporem a ela, caso seus direitos fossem quebrados. O espírito centralizador de Richelieu não podia tolerar a existência desse "estado dentro do estado".
Os esforços de Richelieu por desfazer-se do "quisto protestante" culminaram com o cerco de La Rochelle, a principal praça forte dos huguenotes. O cerco durou um ano, durante o qual os defensores enfrentaram valentemente o melhor do exército francês. Quando, por fim, a cidade se rendeu, não restaram mais que 1.500 dos seus 25.000 habitantes, muitos deles enfermos e esqueléticos. Após a rendição da cidade, suas defesas foram destruídas, e o culto católico celebrou-se em todas as igrejas. Então, várias outras cidades protestantes levantaram suas arrmas. Mas nenhuma delas pôde defender-se como o fez La Rochelle e, em vários lugares, as tropas do Rei dedicaram-se a uma guerra de extermínio.
Todavia, o que preocupava Richelieu não era a existência do culto protestante em terra francesa, senão o poderio político do qual os huguenotes haviam gozado. Portanto, uma vez tomada suas praças fortes em 1629, o Primeiro Ministro promulgou um edito de tolerância para os protestantes, tanto no campo religioso como no civil. Sem suas praças fortes, os huguenotes já não eram uma ameaça à coroa, e Richelieu queria evitar que o país se desgastasse em guerras internas, quando era necessário garantir o poderio da França frente a Casa de Áustria. Em consequência, durante os últimos anos de seu governo, os protestantes gozaram de relativa tranquilidade.

Luis XIV
Richelieu morreu em 1642 e, no ano seguinte, Luis XIII o seguiu. Luis XIV tinha então cinco anos, e a Regente, sua mãe Ana de Áustria, confiou os assuntos de Estado ao cardeal Mazarino, antigo colaborador de Richelieu, que continuou a política do falecido ministro. Assim, pelo espaço de vários anos, os huguenotes foram tolerados. Ainda que durante o regime de Mazarino tenha havido várias revoltas, os protestantes não se envolveram e seu número cresceu rapidamente em todos os níveis sociais. Nos campos, havia fortes núcleos huguenotes, tanto entre os camponeses como entre os senhores. E na capital, os intelectuais da fé protestante tomavam parte das mais distintas reuniões parisienses.
Luis XIV tinha vinte e três anos quando morreu Mazarino e negou-se a nomear um sucessor, pois estava disposto a governar por conta própria. Aquele soberano, a quem o chamavam "O Rei Sol", não queria permitir que nada lhe fizesse sombra.
Por isso, chocou-se com o Papa que intrometia-se nos assuntos da França, frente ao qual promulgou e defendeu as "liberdades da igreja galicana". Mas, pela mesma razão, o Rei Sol não teve paciência para com os hereges e dissidentes de qualquer classe e fez todo o possível para acabar com todo o protestantismo francês.
As medidas do Rei para conseguir a "reunião" dos protestantes foram diversas. Aos intentos de persuasão, seguiram-se as ofertas para comprar as consciências. Para isso, deduzia-se que o protestante que se fizesse católico, se fosse pastor, perderia seu meio de vida e, se fosse leigo, perderia muitos de seus clientes, em qualquer negócio em que estivesse envolvido. Logo, para compensar tais perdas, oferecia-se dinheiro aos que se convertessem. Mas, essa política deu pouco resultado e, então, o Rei apelou a medidas mais severas. Quando, em 1684, a França gozou de um período de descanso em meio às incessantes guerras que o Rei assumiu, este utilizou suas tropas para forçar a "reunião" dos protestantes ao catolicismo.
As medidas violentas tiveram resultados surpreendentes. Em algumas regiões foram dezenas de milhares os que decidiram abandonar a fé protestante. Animado por tais êxitos, o Rei fez com que suas tropas redobrassem seus esforços. Ainda que na teoria, permitia-se aos protestantes continuarem com suas crenças e seu culto, em muitas partes os templos foram arrasados, e as tropas tomavam por quartéis as casas dos huguenotes mais obstinados, onde destruíam tudo quanto podiam.
Por fim, em 1685, o Rei promulgou o Edito de Fontainebleau que revogava o de Nantes. A partir de então, seria ilícito ser protestante na França. Imediatamente, ocorreu um grande êxodo de huguenotes rumo à Suíça, Alemanha, Inglaterra, os Países Baixos e América do Norte. Posto que muitos deles eram artesãos e comerciantes, já se falou que a perda econômica da França foi enorme e que esta foi uma das causas do desajuste que por último conduziu à Revolução Francesa.

Um Povo Subterrâneo
Oficialmente, a partir de então, não havia protestantes na França. Mas, o fato é que muitos dos supostamente convertidos seguiam sustentando suas crenças e buscavam um modo de continuar reunindo-se para celebrar o culto protestante. Para muitos deles, tais reuniões se faziam necessárias, porquanto levavam uma pesada carga na consciência por terem renunciado à sua fé. À falta de templos, os bosques e os campos tornaram-se lugares de adoração. De noite, às escondidas, por todas as partes do país, congregavam-se dezenas e até centenas de pessoas para escutarem a Palavra. O zelo com que se guardava o segredo de tais reuniões era admirável, pois raramente os agentes do governo descobriam o lugar e a hora marcados. Mas, quando conseguiam surpreender um culto, todos os presentes eram agarrados e enviava-se os homens para remarem nas galeras e as mulheres à prisão pelo resto de seus dias. Os pastores recebiam sentença de morte, e seus filhos eram arrebatados do seio de suas famílias para serem educados como católicos. Mas, apesar disso, o movimento continuava e, repetidamente, chegavam notícias disso aos ouvidos dos agentes reais, cujo redobrado zelo não conseguiu afogar os "cristãos do deserto", como passaram a ser chamados.
Como sucede frequentemente em tais casos, logo surgiu entre aqueles protestantes perseguidos uma ala visionária que cria que o fim do mundo estava perto. Desde seu exílio em Rotterdam, o pastor Pierre Jurieu publicou um estudo do Apocalipse em que mostrava que todas as profecias estavam se cumprindo ao pé da letra e que o triunfo final viria em 1689. Estimulados pelo anúncio, alguns dos protestantes tornaram-se mais audazes, com o resultado de que muitos foram mortos e condenados às galeras. Mas as visões proféticas e as experiências místicas continuavam e, com elas, a exaltação do povo, disposto a morrer por uma causa que estava a ponto de triunfar. Alguns ouviam vozes. Outros falavam em estado de êxtase. Mas poucos estavam dispostos, quando as autoridades os capturavam e os submetiam às mais horríveis torturas, a pronunciar as fatídicas palavras "reúno-me", isto é, regresso ao seio da Igreja Católica. Prontamente, esse espírito profético voltou-se à rebelião armada. Não se tratava, como nas guerras de religião, de exércitos dirigidos por nobres protestantes, senão de camponeses e montanheses, que, durante a semeadura e a colheita, trabalhavam nos campos e, durante o resto do tempo, formavam grupos armados que atacavam as tropas reais. Antes de saírem ao combate, liam as Escrituras e, no campo de batalha, cantavam salmos. Ainda que não passassem de algumas centenas, foi necessário um exército de 25 mil homens para pôr-lhes fim. Por último, os soldados do Rei recorreram a medidas extremas. Nos territórios em que operavam os "camisards" (nome de origem obscura que se deu aos rebeldes), tudo foi arrasado. Cerca de quinhentas aldeias e vilas foram destruídas. Isto serviu somente para aumentar as filas dos rebeldes, ao que se somaram os muitos que ficaram sem lar.
A luta continuou por longos anos. Os oficiais do Rei conseguiram afastar da causa protestante alguns "camisards", a quem fizeram promessas que jamais se cumpriram. Mas a resistência continuou até 1709, quando os últimos chefes da rebelião foram aprisionados e executados. Um ano depois, os ingleses intentaram acudir em apoio daqueles heróicos rebeldes. Mas era muito tarde. A causa estava perdida.
Entretanto, havia surgido entre os protestantes outros elementos que desconfiavam das visões (que, em todo caso, não se haviam cumprido) e pediam um retorno da tradição reformada, com um culto centralizado na exposição clara e cuidadosa das Escrituras. O mais notável chefe deste grupo foi Antoine Court, que, em 1715, organizou o primeiro sínodo da Igreja Reformada da França. Seu conselho era resistir às autoridades enquanto requeriam uma obediência ilícita, porém sem violência.
Dez dias depois daquele primeiro sínodo, morreu Luís XIV, e o sucedeu seu bisneto de cinco anos de idade, Luís XV. Entretanto, a morte do Rei Sol, não trouxe alívio algum para os protestantes, pois o novo governo, debaixo do Regente Felipe de Orleans, continuou a política religiosa do falecido rei.
Apesar disso, Court e os seus continuaram no caminho que haviam traçado. Quando um dos seus pastores foi aprisionado, Court proibiu seus partidários de apelarem à violência para livrá-lo do cadafalso. Em 1726, com o propósito de que houvesse quem pudesse expor fielmente as Escrituras, fundou-se em Lausanne, Suíça, um seminário no exílio, onde os huguenotes franceses mandavam seus candidatos ao ministério da Palavra. O próprio Court foi à Suíça em 1729 e ali veio a ser o principal mestre de toda uma geração de pregadores clandestinos, aos quais visitou na França, quando tal coisa se fez necessária. Ao morrer, Court, com oitenta e três anos de idade, em 1767, a Igreja Reformada da França havia voltado a firmar profundas raízes.
A perseguição continuou até 1787, quando o neto e sucessor de Luis XV, Luís XVI, decretou a tolerância religiosa. Durante todo esse tempo, foram milhares os homens enviados às galeras e as mulheres condenadas à prisão perpétua. Mas, os que pronunciaram as palavras "reuno-me" não foram mais que um punhado. Entre os muitos pastores condenados à morte, somente dois abandonaram sua fé. A "igreja do deserto" havia conseguido sobreviver.
Aquela luta, como a que aconteceu na Alemanha durante a Guerra dos Trinta Anos, produziu em muitos uma profunda desconfiança frente aos dogmas e ao dogmatismo. Entre eles contava-se Voltaire, que defendeu a causa protestante, não porque esta lhe era simpática, mas porque a intolerância lhe parecia absurda e criminosa. Durante aqueles anos de perseguição e resistência, de horror e de glória, forjaram-se os espíritos que, mais tarde, dariam ímpeto à Revolução Francesa.

2 comentários:

Faculdade Evangélica SP disse...

Muito bom o blog, realmente muito instruitivo, vou passar o endereço adiante.
faculdade evangelica

Jacques disse...

SER CRISTÃO

Todos querem estar corretos perante aos outros e achando-se digno do reino dos céus, porém, se esqueceram de olhar para trás e ver o que é preciso para isto. Espera-se até que alguém venha lhes falar sobre Jesus, mas não é capaz de buscar por si só, se sujeitando a falsas doutrinas, falsos profetas, e toda a sorte que o encardido se dispõe a oferecer neste mundo que Deus criou para que nós sejamos dignos de cuidar assim como pastores de ovelhas para que ninguém se perca, maltrate o outro e mais outros pecados.
Quando Jesus disse que ninguém vai ao pai se não através dele, é porque os judeus em suas orações se dirigiam somente a Deus, pois não conheciam o filho ainda, e quando ele veio não acreditaram no seu poder. Poder este que é bem diferente do que eles esperavam, pois no antigo testamento, Deus fazia maravilhas para demonstrar seu amor, mas o seu povo achava que era para demonstrar apenas a temência pelo seu poder.
Deus não quer de maneira nenhuma aterrorizar o seu povo, mas ele se irou e Moisés intercedeu pelo povo (Êxodo 32,12), demonstrando amor pelo povo, amor esse que só será entendido quando o pai envia seu filho Cristo par conhecermos o que é verdadeiramente o amor. Por isso quando quisermos exemplo de santidade devemos olhar no novo testamento os santos apóstolos ou nos evangelhos, o próprio Jesus que nos fala. Já o antigo não deve ser exemplo para falsas profecias, mas par observamos o poder de Deus sobre o nosso mundo.
São Paulo, na carta a Tito (1,14-16), diz: “Não dêem ouvidos as fábulas dos Judeus”. Em outra ocasião ele escreve aos Coríntios (2°Cor 3,13-17) e escreve que aqueles que lêem a Moisés, tem um véu no coração.

A muito fui enganado com falsas doutrinas, que faziam propaganda do poder de Deus, para a temência dos fiéis. Assim freqüentando esses ambientes, me assustava constantemente com a igualdade que tinha esses cultos, com centros espíritas. Certa vez, estando em oração, o pastor começou a falar de uma outra igreja, como se fosse concorrência, e dizia: Lá pode tudo, fumar, beber, etc...Lá são idólatras. Foi então que eu vi que estava no lugar errado. Qual discípulo de cristo, vai mexer com outra igreja, ao invés de mostrar o caminho de Jesus? Então comecei a buscar a verdade, procurei sinais do ritual das missas e achei, procurei a verdade sobre o batismo e achei, e falta isto em nós católicos.

A Verdadeira idolatria é quando você coloca algo na frente de Deus, se é a bebida, você se embriaga. Por isso nosso Jesus transformou água em vinho, e bebia com eles. Tão bom você viver só com o necessário. Se a idolatria for o dinheiro, você com certeza vai pensar duas vezes antes de ajudar a um irmão. Ou então passar a perna em alguém porque você gosta mais do dinheiro do que amar alguém. Ou até mesmo roubar. Se a idolatria for o sexo, é porque você não amou ninguém de verdade então você vai acabar traindo sua esposa ou esposo. Ou no caso de um sacerdote, quebrar o voto. Mas seus ensinamentos vêm do evangelho que na bíblia são quatro, não como falsas doutrinas ignorantes que dizem que qualquer parte da bíblia é evangelho.
No dia do juízo, muitos baterão na porta e não entrarão no reino dos céus. Os falsos profetas dirão: mas senhor, eu expulsei demônios em seu nome, fiz grandes prodígios, etc... E Jesus responderá: eu não vos conheço! Justamente porque buscam engrandecer aquilo que chamam de igreja para própria glória.
Meu irmão me perdoe se fui diferente do seu entendimento, mas estou com a missão de evangelizar, que significa levar o evangelho. Se o evangelho são os quatro primeiros livros do novo testamento, por que ouvimos seguidores de outras doutrinas que se dizem cristãos, e lêem o antigo testamento, assim como também lemos e chamam os outros livros de evangelho????????- Nas missas lemos a primeira leitura, a segunda leitura e o padre, proclama o evangelho que é o verdadeiro. São Paulo nos diz em 2° CORÍNTOS 11,4: Mas temo que, como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim se corrompam os vossos pensamentos e se apartem da sinceridade para com Cristo.
4. Porque quando aparece alguém vos pregando outro Jesus, diferente daquele que vos temos pregado, ou se trata de receber outro espírito, diferente do que haveis recebido, ou outro evangelho, diverso do que haveis abraçado, de boa mente o aceitais.
5. Mas penso que em nada tenho sido inferior a esses eminentes apóstolos.
1. Por que guardamos o domingo?
O primeiro grande motivo é porque neste dia Jesus ressuscitou. Mc 16,9: "Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia semana...".
Quando examinamos todos os outros textos dos evangelhos que falam das aparições de Jesus ressuscitado, vemos que Ele só apareceu aos domingos. Por exemplo: Jo 20,19: "Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles". Foi nesta ocasião que Tomé estava ausente e duvidou que Jesus tivesse aparecido. O mesmo evangelho de São João nos diz: Jô. 20,26: "Oito dias depois estavam os seus discípulos outra vez no mesmo lugar e Tomé com eles. Estando trancadas as portas, veio Jesus, pôs-se no meio deles".
O ponto central de toda a fé cristã é a ressurreição de Jesus, portanto, não é por acaso que o domingo passou a ser o dia santificado. O domingo é o sinal da NOVA ALIANÇA, realizada por Deus de uma vez por todas.
Vemos, portanto, que o sábado foi dado por Deus, aos israelitas, para lembrarem de que haviam sido libertados da escravidão do Egito. Era um dia santificado, para meditar sobre estes feitos do passado, quando Deus fez uma aliança com o Seu povo no deserto.
Até a sua Ressurreição, Jesus e os seus discípulos observaram o sábado e as festas judaicas. Porém, com a Sua Morte e Ressurreição, tudo mudou. Col 2,16-17: "Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécie de festas ou de luas novas ou de sábados. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo". Em outras palavras, por causa da vida, morte e ressurreição de Jesus, as festas do A.T. já estão cumpridas, e continuar observando-as significa ainda estar na Antiga Aliança, como se Cristo não tivesse vindo. Os santos ou os Profetas?? Qual deles são os imitadores de cristo? Quem faz guerra aos santos?
Graças a Deus veio Jesus! Graças a Jesus subiu os santos! Graças aos santos existe a santa igreja católica!Amém.

Olha a Hora!

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Quem sou eu

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Sou pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, mestrando em Divindade (Magister Divinity), pelo CPAJ (Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper). Sou também professor de História da Igreja, de Introdução Bíblica, e Cartas Gerais, na Escola Teológica Rev. Celso Lopes, em Maceió AL. Além disso, sou coronel-aviador da Força Aérea Brasileira, já reformado.

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